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Report
março 2026

Adding It Up 2024: investimento na saúde sexual e reprodutiva em países de baixa e média renda

Adding It Up global report

Author(s)

Elizabeth A. Sully, Jessica D. Rosenberg, Mira Tignor, Christina E. Geddes, Ana Dilaverakis Fernandez and Chelsea Polis

Reproductive rights are under attack. Will you help us fight back with facts?

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Adding It Up é uma iniciativa de pesquisa que analisa as necessidades, os impactos e os custos associados ao investimento integral em serviços de saúde sexual e reprodutiva (SSR) em países de baixa e média renda (PBMR) em todo o mundo. Estes serviços permitem que as pessoas tomem decisões informadas sobre se e quando ter filhos, experimentem uma gravidez e um parto seguros e apoiem a saúde dos seus recém-nascidos.

As estimativas referem-se a mulheres em idade reprodutiva (15–49 anos) em 128 PBMR para o ano de 2024 e abrangem os seguintes serviços: contracepção, cuidados maternos e neonatais, serviços de aborto e tratamento das principais infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis. Todas as estimativas de custos e economias são calculadas em dólares estadunidenses de 2024.

A necessidade de estimativas robustas sobre o financiamento da saúde sexual e reprodutiva nunca foi tão urgente. O financiamento está a diminuir e, ainda assim, as necessidades de cuidados não atendidas persistem em PBMR, criando um fosso cada vez maior entre os recursos disponíveis e o investimento necessário para atender às necessidades das mulheres. Neste contexto de financiamento cada vez mais restrito, é crucial dispor de evidências que reflitam com precisão as necessidades contraceptivas das mulheres e quantifiquem a verdadeira extensão das lacunas de financiamento a fim de justificar o investimento contínuo e crescente na contracepção e, de forma mais ampla, em serviços de saúde sexual e reprodutiva em geral.

Novas estimativas do projeto Adding It Up 2024

Esta nova abordagem considera não só se uma mulher está a utilizar contraceptivos modernos atualmente, mas também se expressa interesse em utilizá-los no futuro. Esta mudança cria uma forma de medir a necessidade de contracepção mais centrada na pessoa.

Porque é que isso é importante: O cálculo das necessidades não atendidas ajuda a determinar o financiamento adicional necessário para os serviços de contracepção e, por sua vez, quantas gravidezes não desejadas poderiam ser evitadas com um maior investimento.

Abordagem anterior: As edições anteriores dos estudos Adding it Up definiram as necessidades não atendidas incluindo mulheres que desejavam evitar a gravidez, mas que não utilizavam um método contraceptivo moderno. Esta medida pressupunha que todas as mulheres nesta situação desejavam adotar métodos contraceptivos modernos e não reconhecia que algumas mulheres poderiam já sentir as suas necessidades atendidas pelo uso de métodos tradicionais, como o coito interrompido, a abstinência ou a amamentação.*

Nova abordagem: O estudo de 2024 propõe três formas diferentes de medir as necessidades não atendidas, da mais específica à mais abrangente. A definição mais restrita é denominada “demanda não atendida”1 e concentra-se especificamente nas mulheres que desejam evitar a gravidez e afirmam estar interessadas ou abertas a usar contracepção no futuro. Isto torna as estimativas mais fundamentadas nas preferências das próprias mulheres.

Definições de necessidades contraceptivas não atendidas

Mais restrita (nova): As mulheres que desejam evitar a gravidez, que não utilizam um método contraceptivo e que expressam a intenção de utilizar contracepção no futuro ou estão abertas ao seu uso futuro. Esta definição é apresentada neste relatório como demanda não atendida.

Intermediária: Mulheres que desejam evitar a gravidez e que não utilizam um método contraceptivo (moderno ou tradicional)

Mais abrangente: Mulheres que desejam evitar a gravidez e que não utilizam um método contraceptivo moderno

A definição mais abrangente, que inclui todas as mulheres que não utilizam métodos modernos, é consistente com a utilizada em edições anteriores do estudo Adding It Up e está incluída nos sistemas globais de monitorização, como os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e o Quadro de Medição FP2030. A definição mais abrangente é importante para determinar o investimento máximo recomendado, mas não é a estimativa mais adequada das necessidades contraceptivas atuais.

As estimativas neste relatório baseiam-se na medida mais restrita: demanda não atendida. O foco neste grupo ajuda a priorizar os recursos limitados, reconhecendo, contudo, que serão necessários maiores investimentos para chegar às muitas outras mulheres que também enfrentam barreiras no acesso aos serviços de contracepção.

Uso atual de contracepção e desfechos de gravidez

  • Nos PBMR, 714 milhões de mulheres utilizam atualmente métodos contraceptivos modernos e outros 75 milhões dependem de métodos tradicionais. Os tipos de métodos contraceptivos modernos atualmente utilizados variam consideravelmente. Por exemplo, 47% das usuárias de métodos modernos optam por métodos de curta duração, 21% por métodos reversíveis de longa duração e 31% pela esterilização.
  • A utilização de um método contraceptivo (incluindo os métodos tradicionais) entre as mulheres que desejam evitar a gravidez é maior entre todas as mulheres de 15 a 49 anos (85%) do que apenas entre as adolescentes (66% das que têm entre 15 e 19 anos).
  • Dos 928 milhões de mulheres em idade reprodutiva que pretendem evitar a gravidez, em 128 PBMR, aproximadamente 78 milhões têm uma demanda não atendida de contracepção.
  • A demanda contraceptiva não atendida entre todas as mulheres que desejam evitar a gravidez é cerca de três vezes maior entre as adolescentes de 15 a 19 anos (25%) do que entre todas as mulheres de 15 a 49 anos (8%).
A necessidade de contracepção entre mulheres em idade reprodutiva em países de baixa e média renda que desejam evitar uma gravidez, pode ser calculada utilizando diferentes medidas
  • Dos 206 milhões de gravidezes que ocorrem anualmente em PBMR, estima-se que 119 milhões (58%) resultam em um nascimento com vida. Os restantes 87 milhões de gravidezes resultam em abortos induzidos, abortos espontâneos e natimortos. As mulheres precisam de ter acesso a cuidados para todos os desfechos da gravidez.
  • Cada ano ocorrem 96 milhões de gravidezes não desejadas em PBMR, representando 47% de todas as gravidezes na região. De todas as gravidezes não desejadas, a maioria (59%) termina em abortos e 29% terminam em partos não planejados.
Quase metade das gravidezes anuais em países de baixa e média renda não resultam em nascimentos com vida

Necessidades de serviços de saúde sexual e reprodutiva

Além das necessidades de contracepção não atendidas, as mulheres dos PBMR apresentam uma série de outras necessidades de SSR que não são plenamente atendidas.

  • O acesso insuficiente aos cuidados de saúde materna e neonatal coloca as mulheres e os bebês em risco. Cada ano, 119 milhões de mulheres em PBMR dão à luz, e muitas delas não recebem os cuidados recomendados de acordo com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde.
    • 44 milhões fazem menos de quatro consultas de pré-natal;
    • 26 milhões não dão à luz numa unidade de saúde;
    • 13 milhões não recebem os cuidados necessários após uma complicação obstétrica grave.
  • A utilização dos serviços de saúde materna varia amplamente e é menor nos países mais pobres. Por exemplo, apenas 61% das mulheres dos países de baixa renda dão à luz numa unidade de saúde, em comparação com 95% das mulheres dos países de renda médio-alto.
  • Além disso, cada ano nos PBMR:
    • 6 milhões de recém-nascidos não recebem os cuidados necessários para infecções e outros problemas de saúde neonatal;
    • 34 milhões de mulheres passam por abortos inseguros;
    • 247.000 mulheres morrem em decorrência de causas relacionadas à gravidez, ao aborto e ao parto;
    • 143 milhões de mulheres não recebem o tratamento de que precisam para clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase
Cada ano, milhões de mulheres grávidas e recém-nascidos em países de baixa e média renda não recebem os cuidados recomendados

Impacto da ampliação e do aprimoramento dos serviços de SSR

Atender à necessidade de contracepção gera enormes benefícios para a saúde da mulher. Esses benefícios se multiplicam quando o atendimento às necessidades contraceptivas é combinado com  acesso a cuidados durante a gravidez e o parto, bem como aos cuidados necessários para os recém-nascidos.

  • As gravidezes não desejadas e os abortos inseguros nos PBMR diminuiriam em cerca de um terço se todas as mulheres com demanda não atendida passassem a utilizar métodos contraceptivos modernos e todas as gestantes recebessem cuidados em conformidade com padrões internacionais. Ao atender todas as necessidades de SSR, as mortes maternas seriam reduzidas em cerca de dois terços.
  • Se todas as mães e seus recém-nascidos recebessem os cuidados recomendados, as mortes neonatais seriam reduzidas em 66% e as novas infecções por HIV entre bebês com até seis semanas de vida seriam reduzidas em 88%.
  • Os casos de doença inflamatória pélvica causadora de infertilidade decorrentes de clamídia ou gonorreia não tratadas, seriam eliminados se todas as mulheres infectadas por essas duas ISTs recebessem tratamento eficaz oportuno.

Nota importante sobre estas estimativas

As estimativas sobre os custos e impactos do atendimento de todas as necessidades de cuidados de saúde materna e neonatal neste relatório baseiam-se no acesso aos serviços relevantes, sem considerar se as unidades de saúde possuem os equipamentos, suprimentos e a capacidade necessários para prestar esses serviços.

O estudo Adding It Up 2024 apresenta novos cálculos utilizando dados da ferramenta Lives Saved Tool, que considera o quão preparadas as unidades de saúde estão para oferecer estes serviços.2 Quando se leva em consideração se as unidades de saúde estão equipadas para prestar serviços de qualidade, um número significativamente menor de pessoas receberia esses serviços.

Por exemplo, ao estimar a cobertura eficaz dos serviços de saúde seria:

  • 75% das mulheres não receberiam assistência médica para complicações obstétricas graves, em comparação com 47% de acordo com nossas estimativas de cobertura atuais.
  • 36% dos recém-nascidos não receberiam os cuidados necessários após complicações, em comparação com 23% segundo nossas estimativas de cobertura atuais.   

Devido à falta de capacidade necessária nas unidades de saúde, o estudo de 2024 provavelmente superestima o número de pessoas que poderiam se beneficiar de serviços de SSR de qualidade. Uma vez que existem poucos dados disponíveis em PBMR, estas estimativas de cobertura efectiva não foram utilizadas para estimar o impacto e o custo, e não estão incluídas neste relatório.

Conclusão: Atender às necessidades de serviços de saúde relacionados à gravidez exige muito mais do que simplesmente proporcionar acesso; envolve também garantir que as unidades de saúde estão equipadas e preparadas para prestar estes serviços essenciais.

O argumento a favor de investimentos para atender todas as necessidades de SSR nos PBMR

Um pacote de serviços de SSR capaz de atender todas as necessidades das mulheres nos PBMR — incluindo a demanda contraceptiva não atendida, todos os cuidados maternos e neonatais, serviços de aborto e o tratamento das quatro principais ISTs curáveis — teria um custo anual de $ 104 bilhões. Esse valor inclui $ 14,0 bilhões para todos os serviços de contracepção, $ 86,7 bilhões para cuidados gestacionais e neonatais, e $ 3,7 bilhões para tratamento de ISTs.

Este total representa um aumento anual de $ 54 bilhões, mais que o dobro do custo de $ 50,4 bilhões dos serviços atuais de SSR nos 128 PBMR. Em termos per capita, o aumento é de apenas $ 8,05 por ano.

Um investimento adicional anual de $ 8,05 por habitante em países de baixa e média renda permitiria atender todas as necessidades das mulheres em serviços essenciais de saúde sexual e reprodutiva

Com um investimento num pacote abrangente de serviços de SSR:

  • todas as mulheres em idade reprodutiva receberiam os cuidados necessários relacionados à gravidez e às ISTs;
  • todos os recém-nascidos receberiam os cuidados essenciais imediatamente após o nascimento; e
  • todas as mulheres teriam acesso aos serviços de contracepção de que precisam para decidir se e quando ter filhos.

Estes avanços reduziriam os custos significativos dos sistemas de saúde nos PBMR e proporcionariam um alto retorno sobre o investimento. Além disso, a implementação das intervenções incluídas neste pacote de serviços já se mostrou viável em diferentes contextos ao redor do mundo.

O custo total dos serviços de SSR diminui quando mais mulheres que desejam usar contracepção podem fazê-lo. A redução das gravidezes não desejadas decorrente do aumento do uso de contraceptivos resulta em grandes diminuições na necessidade de serviços como aborto e assistência pós-aborto, assistência pré-natal e ao parto, e cuidados neonatais.

A concretização dessa visão exige enfrentar um desafio crítico de financiamento das necessidades de serviços de contracepção.

A lacuna no financiamento dos serviços de contracepção

Apesar da persistente necessidade contraceptiva não atendida nos PBMR, os investimentos dos doadores em serviços de contracepção estão a diminuir. Sem uma mobilização imediata de recursos, a lacuna entre os fundos disponiveis e os $ 14,0 bilhões necessários anualmente continuará a aumentar.

  • Atualmente, o custo para prestar serviços de contracepção em PBMR é de $ 9,25 bilhões, incluindo $ 4,61 bilhões em custos diretos (produtos, medicamentos e suprimentos, e custos de pessoal).
  • Para atender toda a demanda não atendida de serviços de contracepção nos PBMR, são necessários $ 4,80 bilhões em investimento adicional.
  • Um investimento anual de $ 2,09 por pessoa seria suficiente para cobrir todas as necessidades de contracepção em 128 PBMR, prestando serviços às usuárias atuais e àquelas com demanda não atendida.


Figure 5. É necessário um investimento de $ 14 bilhões para atender todas as necessidades de serviços de contracepção em países de baixa e média renda

Economias geradas pelo investimento em serviços de contracepção

Cada dólar investido em serviços de contracepção além do nível atual geraria uma economia de $ 2,48 em custos de serviços de assistência materna- neonatal e aborto, uma vez que o uso de contraceptivos reduz o número de gravidezes não desejadas.

Permitir que as mulheres tenham filhos quando desejarem e deem à luz recém-nascidos saudáveis de forma segura também estimula as economias nacionais, ao ampliar o acesso das mulheres à educação e sua participação na força de trabalho.

Retorno imediato   $ 2,48 economizados por  cada $ 1 investido  Benefícios a longo prazo   • Mais mulheres na educação   • Maior participação na força de trabalho   • Economias nacionais mais fortes

Metodologia

A série de estudos Adding It Up estima a necessidade, os custos e os impactos dos serviços de saúde sexual e reprodutiva em 128 PBMR, com foco nos serviços de contracepção, nos cuidados gestacionais e neonatais e no tratamento das principais ISTs curáveis. Um avanço metodológico fundamental no estudo Adding It Up 2024 é a análise das necessidades de contracepção utilizando três definições que se centram progressivamente nas preferências e intenções futuras das mulheres. A análise utiliza uma abordagem baseada em cenários que compara os níveis de serviço atuais com cenários hipotéticos para o atendimento de todas as necessidades de contracepção, utilizando dados de inquéritos representativos a nível nacional, incluindo os Inquéritos Demográficos e de Saúde, os Inquéritos de Indicadores Múltiplos em Clusters da UNICEF e outros inquéritos nacionais.

As estimativas de custos foram geradas utilizando uma abordagem ascendente, baseada em componentes, que abrange tanto os custos diretos (tempo do pessoal, produtos contraceptivos, medicamentos, testes de diagnóstico e suprimentos) como os custos indiretos de programas e sistemas (gestão de programas, supervisão de pessoal, infraestruturas, sistemas de fornecimento de insumos e sistemas de informação em saúde). Todas as estimativas são apresentadas como custos anuais em dólares estadunidenses de 2024 e pressupõem que investimentos adicionais teriam impactos imediatos. As estimativas foram geradas para todos os 128 PBMR no seu conjunto bem como por regiões geográficas e grupos de rendimento a nível nacional; estão disponíveis perfis específicos de cada país, juntamente com informações detalhadas sobre a metodologia.3

Suggested Citation

Sully EA et al., Adding It Up 2024: Investing in Sexual and Reproductive Health in Low- and Middle-Income Countries (Investimento na saúde sexual e reprodutiva em países de baixa e média renda), Nova York: Guttmacher Institute, 2025, https://www.guttmacher.org/report/adding-it-up-2024-investing-sexual-and-reproductive-health-low-and-middle-income-countries.

DOI: https://doi.org/10.1363/2026.300735

Acknowledgments

Este relatório foi escrito por Elizabeth A. Sully, Jessica D. Rosenberg, Ana Dilaverakis Fernandez e Chelsea Polis, todas do Guttmacher Institute, e Mira Tignor e Christina Geddes, ex-membros do Guttmacher Institute. A edição ficou a cargo de Chris Olah.

As autoras agradecem a Eva Weissman, consultora independente, pelas suas contribuições sobre as intervenções e pela avaliação e compilação de dados de custos diretos. Agradecem também a Jacqui Darroch, consultora independente, pela sua orientação em vários aspetos da análise do projeto Adding It Up. Agradecem ainda a Adebiyi Adesina, consultor independente e ex-membro do Guttmacher Institute, por sua orientação sobre abordagens de inflação e revisão do processo de cálculo de custos, bem como a Monica Giuffrida, ex-membro do Guttmacher Institute, pela compilação e processamento dos dados, e a Anna Popinchalk, ex-membro do Guttmacher Institute, pelo seu trabalho de análise. Agradecem também aos seguintes colegas do Guttmacher Institute (por ordem alfabética): Suzette Audam pela compilação e processamento dos dados; Jonathan Bearak pelas estimativas de abortos e gravidezes não desejadas; Jewel Gausman pela assistência nas intervenções relacionadas com a gravidez e cuidados neonatais; a Meltem Odabaş pela assistência na revisão de códigos; e a Onikepe Owolabi pela sua orientação e conhecimentos médicos em relação às hipóteses de tratamento.

Agradecemos a Evelyn Rivera e Suzana Cavenaghi, consultoras independentes, pelo tratamento dos dados; a Vladimíra Kantorová, da Divisão de População do Departamento de Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas, pela orientação sobre as estimativas específicas de indicadores de planejamento familiar para cada país; e a John Stover, da Avenir Health, pela orientação sobre os dados e estimativas do Modelo de Impacto da SIDA da plataforma Spectrum.

Este relatório contou com o apoio da Children’s Investment Fund Foundation, da Gates Foundation, do Global Affairs Canada e da Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento. Os achados e conclusões aqui apresentados são da responsabilidade das autoras e não refletem necessariamente as posições ou políticas das instituições financiadoras.

Footnotes

*O estudo Adding It Up segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde de classificar o uso de ervas, amuletos e duches vaginais como “nenhum método”, uma vez que não existe uma base científica para a eficácia destes métodos na prevenção da gravidez.

References

1. Moreau C et al., Measuring unmet need for contraception as a point prevalence, BMJ Global Health, 2019, 4(4):e001581, https://doi.org/10.1136/bmjgh-2019-001581.

2. Institute for International Programs, Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, Johns Hopkins University, Lives Saved Tool, Spectrum Version 6.36, 19 de abril de 2024, https://www.livessavedtool.org/listspectrum.

3. Rosenberg JD et al., Adding It Up 2024: Investing in Sexual and Reproductive Health in Low- and Middle-Income Countries—Methodology Report, New York: Guttmacher Institute, 2025, https://osf.io/hrw6f.

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English , Español , Français , Portuguese

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Initiative

Adding It Up: Investing in Sexual and Reproductive Health

Policy Analysis

It Is Time to Take a New Approach to Measuring Contraceptive Need Globally: Adopting a Rights-Based Measure in Adding It Up 2024

Research Article

Who pays and what pays off in sexual and reproductive health? A review of the cost and cost-effectiveness of interventions and implications for future funding and markets

The Lancet
Fact Sheet

Adding it Up 2024: investimento em saúde sexual e reprodutiva em países de baixa e média renda da América Latina e do Caribe

Topic

Global

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